quinta-feira, 15 de março de 2012

Gênese.

 
"Ah! Se o mundo inteiro me pudesse ouvir. Tenho muito pra contar, dizer que aprendi."

Minha vida é regida por essa única frase, para demonstrar tudo que aprendi, e ainda tudo o que vou aprender. Na realidade, minha narrativa começa desde o dia que vi um dos trabalhos da Pro. Wlad, que se chamava "PRC5" e, me encantei por seu trabalho e por seu jeito meigo de ver as coisas. Com isso, minha admiração começou a crescer, até que tive a oportunidade de ser seu aluno, no ano passado, e esse ano no curso superior.
Meu dia foi bem tenso, por que queria que chegasse logo o horário da aula da Wlad. Contudo, o dia demorou a passar, e a ansiedade a aumentar, mas jurei pra mim mesmo que não ia chorar, mesmo que o meu emocional sofresse impacto, com o que eu ia falar. A aula, como se praxe, começou com a grande roda, parecendo um lindo picadeiro, onde o palhaço da vez tinha por mérito fazer o outro rir, ou não, poderia, também, fazer o outro chorar.
Tivemos que montar duplas, encarando o outro e tentando estabelecer o jogo com o mesmo, afim de conhecermos mais a vida do nosso colega. A minha dupla seria o Leonardo Moraes, mas o Marcelo Andrade veio mais rápido, e me convidou para ser a sua dupla. Nos unimos, e tínhamos que conversar sobre a nossa árvore genealógica, enfatizando os pequenos detalhes e relembrando histórias que lembrassem a nossa infância, nossa família e as nossas vivências. Após isso, o jogo consistia em cada um falar sobre a sua árvore genealógica para o grupo todo, expondo características e enfatizando situações inevitadas. Uma das histórias me emocionou muito, por conta da semelhança existente entre as duas, a minha e da pessoa que estava expondo a sua vida. Na verdade, quando a Laura Vasconcelos foi falar do tio dela, que mesmo estando enfermo, deu forças pra ela fazer teatro, deparei-me com o meu tio-pai que me dá forças até hoje, e chegou a ficar doente, no dia mais feliz da minha vida, que foi no dia do resultado do Vestibular.
Conclusão, temos que montar, dentro de um lençol, a nossa árvore genealógica, e expor para todos, enfatizando os detalhes. E, também, temos que apresentar, eu e minha dupla, um seminário sobre um texto escolhido.

"Venho lembrar que a família é o esteio de toda uma base sólida e que nos ergue nos momentos mais tensos."

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