segunda-feira, 16 de abril de 2012

O Esteio de Tudo.



Família.
Família...
Todos temos,
Dela viemos.
Nela nascemos...
Então crescemos.

Para uns,
a família é só o pai,
para outros, só a mãe,
muitos só têm o avô...
Mas é família:
sinônimo de calor!

Tem família
que é completa,
repleta,
discreta,
seleta,
aberta...

Mas tem família
complicada,
indelicada,
desajustada,
desacertada,
debilitada..



Enfim, a família é a base e o sustento de tudo, ou quase tudo. Quando se fala da Disciplina "TRAJETÓRIAS DO SER" não podemos deixar de citar a família, até por que a disciplina mexe com nossos sentimentos e a família nos dar sustento, assim como toca fundo nos nossos sentimentos mais ocultos.

A aula inicia com a defesa dos trabalhos em dupla. Começamos com Elise e Brenda, que falaram sobre Manuel Bandeira, defendendo um texto deste autor. Foi bem intenso e apaixonante, por que começamos a ter uma identificação com a história daquele poema, que traz uma semelhança com o poema lido e a nossa vivência pessoal. Após a dupla Elise e Brenda, vieram Andreza e Alan que trouxeram um pouco da vivência de Rámon Stergman e Biork, um poeta e uma cantora. Falar de Rámon requer certo cuidado, amor e atenção, pois ele foi um ícone para a dramaturgia paraense, e um grande mestre do teatro, das artes e da vida. Acredito que Andreza não soube diferenciar a parte emocional da explicativa, pois ela demonstrou mais o seu amor pelo ídolo do que a explicação sobre o mesmo. O Alan já conseguiu mesclar essa ideia de amor e explicação trazendo "Biork à cena", pessoa que desconhecia. O fato dele trazer uma cantora fugiu um pouco do esperado, mas fez com que o interesse geral fosse logo alarmado e a curiosidade de querer saber quem era foi maior. E logo abriu o debate para a turma, que optou por suas ideias, e esclareceu todos os embates. Mas temos que ter cuidado sobre o que falamos e na forma que falamos, para não nos expressarmos de forma equivocada, e acabar magoando o próximo por algo ínfimo.

Segunda parte da aula inicia. Temos agora uma ambiência dupla: o calor da espera e o ansiedade de saber o que vai acontecer. Estabeleceu-se um jogo: a cosmologia familiar. O jogo consistia em um roteiro de ações, que a vítima foi o Marcelo Andrade. Ele teve a missão de escolher, dentro da sala, todas as pessoas que poderiam representar seu ambiente familiar, sua mãe, seu pai, tio, primos, etc.
Após a escolha, ele teve que alinhar todos esses seus parentes da forma real que eles encontravam-se perante à realidade, a forma que ele via os familiares dentro de sua casa. Depois, os atores-personagens tinham que se movimentar, demonstrando uma nova realidade a ser seguida, a forma ideal que eles queriam que fosse, esquecendo aquela imagem antes mostrada. Cada um foi para o seu lugar ideal, e Marcelo assume a postura dele mesmo, fazendo os ajustes finais, de como seria, de fato, a sua família e de como ele queria que fosse.

Choro, emoção, abraços e apertos motivaram a aula de hoje, que nos trouxe a missão de cuidar mais dos nosso familiares e olharmos para dentro de nós mesmos e aderir ao amor próprio, que enaltece o nosso interior e faz com que seja visível aos demais. O jogo serviu para que cada um de nós tenha consciência dos erros e dos acertos, e de como um gesto pode mudar tudo.

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