O seminário desta semana inicia-se com este homem, que foi representado por Fabrício e que nos revelou um pouco sobre esse ambiente individual dele. Mais interessante saber é que foi este antropólogo que conceituou o termo "Monomito", que faz referência ao conceito de jornada, presente em todos a fase cíclica dos mitos.
O fato negativo ao trabalho do Fabrício foi o fato da forma falada ser apresentada de forma ágil, e de difícil entendimento, no início, mas que depois foi apresentado de forma limpa; e o uso dos termos coloquias, gírias. Junto com o Fabrício estava a Fernanda, que também apresentou seu trabalho, mas de forma distante do trabalho da sua dupla, o que, ao meu ver, fugiu do comando proposto. O problema não é fugir do comando proposto e, sim, não estudar o assunto da sua dupla, pra que os dois saibam o tema apresentado. A Fernanda nos trouxe "Oscar Niemeyer", que é um ícone na história brasileira e que contribuiu grandiosamente na arquitetura nacional. É bom falar sobre esse ícone, pois transmite sensação de orgulho e prazer, por saber que a nossa história é rica em significados e signos. O fato negativo neste trabalho foi o uso do projetor sem informação, onde se tinham muitos números, pouca informação e a Fernanda apresentando o trabalho com o papel na mão. Para quê serviu o projetor? (minha dúvida! Pessoal.)
"É preciso trans-ver o mundo!" - Já diria Manoel de Barros, e é através dele que vamos falar.
Opa, quando me refiro à nós, é por que me sinto parte integrante deste maravilhoso trabalho apresentado por Gabriela Mendonça e Raimunda, que foi uma grata surpresa nesta noite.
O trabalho, como de praxe, começou com um jogo cênico que determinava muito o sujeito "Manoel de Barros"; ousado, simples, requintado, absurdo e mágico no que fazia. Foi "apresentado ao mundo" por Millô Fernandes, sendo um referencial quando se tratava de poemas e poesias, contada através de histórias de sua infância, pois a impressão que se tem é que a vida dele se resumiu à sua infância, que é longa demais para ser vivida de maneira passageira.
Gabriela Mendonça, como sempre, inovou em sua apresentação, trazendo confiança e vontade no trabalho apresentado, mas a minha grata surpresa foi ver o desenvolvimento da Raimunda, que precisou estudar para que o trabalho ficasse impecável, e ficou. Gostei do trabalho em si, e os meus elogios são grandes para elas, que confiaram uma na outra, e realizaram o trabalho de forma gratificante para quem o vê.
Mais um vez vez tive a certeza, de que:
"Quando o desconhecido é apresentado, logo este deixará de ser desconhecido!" - Wlad Lima.
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